Segundo uma notícia divulgada hoje pela France Press os jornalistas portugueses presentes em Pequim são sempre os últimos a chegar às conferências de imprensa, os últimos a colocar perguntas e também os que escrevem com mais erros ortográficos.
Em declarações ao IVA um jornalista da RTP, que pediu o anonimato, diz que “as conferências são muito cedo e de manhã gosto de ficar no quentinho da caminha” acrescentando “não tenho feitio para este tipo de eventos, eu gosto mesmo é de ficar na redacção a receber as noticias das agências ”.
Como é sabido a visualização de TV através do serviço MEO é feito com um delay em relação aos outros serviços de TV. Como tal, os assinantes do serviço, que ainda o mês passado tiveram a desilusão do EURO 2008, estão esperançados que Portugal faça melhor figura nos jogos do que fez no futebol. Segundo a marktest os clientes MEO depositam as maiores esperanças em Telma Monteiro, Vanessa Fernandes, Naide Gomes e Nélson Évora.
Depois das polémicas declarações de alguns atletas olímpicos portugueses e numa tentativa de limpar a imagem deixada nestas olimpíadas, o Comité Olímpico, a conselho do Secretário de Estado Laurentino Dias, contratou os serviços da conhecida empresa de comunicação LPM.
A primeira notícia divulgada através da LPM é que foi descoberto que os antepassados de Phelps tiveram origem nos Açores, mais concretamente na Ilha do Pico.
O trisavô de Phelps foi uma lenda na ilha pois caçava as baleias sem barco, apenas utilizando o seu corpo e um arpão. Zé Barbatana, como era então conhecido, tinha perna curta e tronco largo e barba felpuda (desconfia-se que daí tenha vindo o Phelps depois de emigrar, primeiro para Inglaterra e depois EUA), o que lhe permitia nadar rapidamente e cravar os arpões na baleia com as próprias mãos. Mais tarde foi obrigado a emigrar porque era apoiante de D.Miguel e foi perseguido pelo Duque da Terceira. Como se vê uma agência de comunicação pode fazer toda a diferença.
Foi através do jornal chinês, o “Beijing Times”, que o Mundo soube a “verdade” sobre a polémica cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos.
Tudo começou quando foi descoberto que as imagens aéreas do fogo de artifício transmitidas na televisão foram criadas por um programa de computador e culminou com a revelação do “playback” da criança que cantou Lin Miaoke. Mas será que ficamos por aqui? Não.
O IVA teve acesso, em rigoroso exclusivo a toda a verdade dos bastidores da cerimónia.
Segundo António Ramiro, empregado de mesa de um restaurante próximo das Portas de Santo Antão, foi grande a azáfama naquele fim de semana de Junho “muitos chineses passaram aqui, vieram todos ali do Martim Moniz”.
E para onde iam eles? Nada mais nada menos do que para o Politeama, verdadeiro local onde foi gravada a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos.
Ao contrário do divulgado posteriormente a verdadeira interprete não foi , Yang Peiyi, a tal que não tinha uma cara suficientemente bonita para aparecer no evento transmitido para todo o mundo, mas sim a Cantora portuguesa Anabela. A intérprete foi convidada por Felipe La Feria, o grande mentor do “magnífico e estupendo” espectáculo, como o próprio apelidou quando foi confrontado pelo IVA para confirmar esta versão.
“Sim fui eu que encenei tudo.
Foram meses de trabalho e foi tudo gravado ainda em Junho.
Sabe como são os Chineses não é? O efeito de aumento de dimensão de espaço e multiplicidade de ângulos de filmagem foi feito através de um magnífico jogo de espelhos que foi comprado em segunda mão na antiga Feira Popular de Lisboa. Com a ajuda da Y-Dreams ficou tudo muito em conta e o efeito espectacular”.
A Y-Dreams foi parceira de La Feria neste evento e foi com o recurso a tecnologia avançada que se conseguiu a maioria dos efeitos visuais. Os chefes de estado por exemplo foram todos criados através de uma tecnologia 3D que a Y-Dreams já utiliza em algumas sessões da Assembleia da Republica em dias que o hemiciclo se encontra mais vazio devido às faltas dos deputados. “este é talvez o meu maior sucesso” finalizou o encenador.
